Eu sei que tenho andado um pouco mais sensível nos últimos tempos, a vida não corre da melhor forma, aliás a vida não corre... derrapa. Esta transição de ano deixou muito a desejar e tenho-o sentido ... aqui dentro...
Morreu João Aguardela, um dos grandes "homens da palavra" portugueses da actualidade. Tinha 39 anos (os 40 fugiram por um mísero mês).
O seu trabalho, as suas palavras, fundem-se com a minha juventude e com muito boas recordações.
A vida pode realmente ser uma grande filha da ...
Sim... o meu cantinho. Não é muito grande, aliás é bem pequenito mas cabe sempre mais um. Venham de lá!
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
domingo, novembro 30, 2008
#2
Mais um dia passou. Está complicado.. e o desejo que tinha de que o tempo fosse curando rapidamente não se tem concretizado... é natural, foi muito tempo e custa a libertar... vai demorar um pouco mais... é a vida.
"é a vida" (termo estúpido)
Ainda não assentei com os pés no chão... talvez seja complicado fazê-lo enquanto não sair deste limbo... a vida #1 acabou .. e a #2 ainda não começou. Venha ela! senão estes posts miserabilistas nunca mais acabam.
Entretanto amanhã o meu meteorologista diz-me que teremos 6 graus de máxima com chuva a rodos... belo dia de BTT em Portel!! Ele há malucos para tudo.
"é a vida" (termo estúpido)
Ainda não assentei com os pés no chão... talvez seja complicado fazê-lo enquanto não sair deste limbo... a vida #1 acabou .. e a #2 ainda não começou. Venha ela! senão estes posts miserabilistas nunca mais acabam.
Entretanto amanhã o meu meteorologista diz-me que teremos 6 graus de máxima com chuva a rodos... belo dia de BTT em Portel!! Ele há malucos para tudo.
domingo, novembro 23, 2008
180º
Sinto necessidade de falar... e neste caso escrever... mas não sei muito bem o quê nem como. A alma é algo difícil de entender. Descrevê-la é ainda mais difícil. E quando tudo o que era deixa de ser então deixamos mesmo de saber sequer escrever.
É o meu estado neste momento. Deixei de saber escrever... nem sei para que lado orientar a minha escrita. Normalmente a escrita é reflexo do que sentimos e da vida que levamos. Eu deixei de entender a vida como a conhecia até aqui e necessariamente deixei de ter o fio que guia a minha escrita.
E agora? Reaprender a escrever, reencontrar o fio... Não sei como nem quando, só sei que é o único caminho. Doloroso (muito), mas o único.
...
É o meu estado neste momento. Deixei de saber escrever... nem sei para que lado orientar a minha escrita. Normalmente a escrita é reflexo do que sentimos e da vida que levamos. Eu deixei de entender a vida como a conhecia até aqui e necessariamente deixei de ter o fio que guia a minha escrita.
E agora? Reaprender a escrever, reencontrar o fio... Não sei como nem quando, só sei que é o único caminho. Doloroso (muito), mas o único.
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